A médica que levou anos para descobrir o próprio diagnóstico
05O cirurgião que quis chegar antes da sala de cirurgia
Por que a ordem do tratamento vale mais do que a tecnologia
16O que significa ser avaliado por inteiro
Dr. Gabriel HenriquesMédico do Esporte e Cirurgião Geral
CRM 14015 · RQE 6864 e 11189
Dra. Leciana RamosNutrologia e Terapia Hormonal
CRM 15872
O CONCEITO
Você cortou. Treinou. Dormiu cedo. Fez o que mandaram — mais de uma vez, com mais de um profissional. E ouviu que é da idade. Que é questão de força de vontade. Que é só comer menos.
Não é.
O Instituto Avinu nasceu de uma convicção simples: o corpo não mente, mas quase sempre é mal interpretado. O que você sente tem uma causa. E essa causa raramente é a primeira que aparece. Por isso aqui nada começa com um procedimento. Começa com uma investigação. Se você procura uma solução rápida, existem lugares para isso. Aqui a proposta é outra. O que você vai ler nas próximas páginas são recursos, não respostas prontas. Qual deles entra no seu caso, em qual ordem e por quanto tempo é o que a avaliação define.
TRÊS PERGUNTAS ANTES DE QUALQUER COISA SER INDICADA
Três perguntas antes de qualquer coisa ser indicada
Metabolismo, hormônio, inflamação, deficiência nutricional. A mesma queixa tem origens diferentes em duas pessoas. Tratar a origem errada é o que faz alguém tentar por anos e não sair do lugar.
Um organismo com hormônio em queda não constrói músculo nem produz colágeno. Tratar a superfície nesse terreno é investir sobre uma base que não sustenta.
Primeiro o que está desregulado por dentro. Depois o que dá estrutura. Por último o que refina o contorno. Essa sequência é o que separa resultado de gasto.
TECNOLOGIA NÃO SUBSTITUI DIAGNÓSTICO. ELA FAZ SENTIDO DEPOIS DELE.A avaliação é integral e inclui bioimpedância. Você sai com um plano escrito, com etapas e prazos.
PERFIL

Antes de ser médica, ela foi a menina que não emagrecia. A luta com o peso começou na infância e atravessou a adolescência inteira. Vieram as dietas, as tentativas, as recaídas — e, com elas, a frase que toda mulher nessa condição já ouviu de alguém que a amava: é só se esforçar um pouco mais. O caminho a levou à cirurgia bariátrica. E, como acontece com muita gente, a cirurgia resolveu parte do problema e revelou outro. O peso saiu. Mas havia uma região do corpo que continuava ali, exatamente igual, indiferente a tudo o que ela fazia. Doía ao toque. Marcava roxo sem motivo. Não obedecia.
Ela era médica. E não sabia explicar o próprio corpo.
Foi procurando essa resposta — não numa aula, mas sobre si mesma — que ela encontrou a palavra: lipedema.
NÃO FOI UM TEMA QUE ELA ESCOLHEU ESTUDAR. FOI UM DIAGNÓSTICO QUE ELA PRECISOU RECEBER.
Naquele momento, quase ninguém no Brasil falava sobre a doença. Não havia formação disponível, não havia a quem recorrer. Havia mulheres — muitas — vivendo a mesma coisa e sendo tratadas como preguiçosas. Então ela estudou. Tornou-se uma das primeiras médicas do país a pesquisar e tratar lipedema, e a pioneira na região Norte. Escreveu três livros sobre o assunto.
E a dor virou ofício.
Hoje, quando uma paciente senta na frente dela e explica que emagreceu o corpo todo menos as pernas, que dói, que ninguém acredita — a Dra. Leciana não precisa imaginar. Ela sabe.
“A MULHER COM LIPEDEMA LEMBRA, A TODO MOMENTO, QUE TEM PERNAS.”— Dra. Leciana Ramos
Dra. Leciana Ramos foi uma das primeiras médicas do Brasil a estudar lipedema. Não por escolha acadêmica — por necessidade.
Dra. Leciana Ramos
NUTROLOGIA E TERAPIA HORMONAL · CRM 15872
FORMAÇÃO
Quase vinte anos de trajetória na saúde, em diferentes cenários de atuação. Especialista em Nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Pós-graduações e especializações em saúde mental — formação rara entre nutrólogos, e que explica o modo como conduz o consultório: uma mulher que chega falando do corpo quase nunca está falando só do corpo. Speaker da tecnologia HERA, convidada a ensinar outros profissionais a utilizá-la.
O QUE ELA TRATA
Saúde integral da mulher — corpo, mente e espírito tratados como partes da mesma pessoa. Lipedema, menopausa, emagrecimento, longevidade e qualidade de vida.
MENTORIA
Além da clínica, a Dra. Leciana é mentora e professora de médicos. Na Mentoria Telios, forma outros profissionais no cuidado que pratica aqui — especialmente no lipedema, a doença que levou anos para descobrir em si mesma e que a maioria dos médicos ainda não aprende a reconhecer.
Cada médico formado é uma mulher a menos esperando quinze anos por um diagnóstico.
PERFIL

A escolha pela cirurgia veio de um impulso simples: resolver. Quem opera lida com o problema de frente. Entra, corrige, fecha. Para alguém que queria mudar a vida de quem o procurasse, não havia caminho mais direto. Foi o que ele fez. Formou-se pela Universidade do Estado do Pará, concluiu a residência em Cirurgia Geral e passou a operar.
E foi operando que veio o incômodo.
As doenças chegavam até ele quando já não havia alternativa. E, olhando para trás em cada caso, o mesmo padrão: aquele corpo não tinha adoecido naquela semana. Havia anos de sinais ignorados, de sintomas tratados isoladamente, de consultas curtas em que ninguém investigou o conjunto. Boa parte do que ele corrigia com bisturi poderia ter sido resolvido clinicamente — se alguém tivesse olhado antes, e olhado inteiro.
A CIRURGIA RESOLVE O QUE JÁ SE INSTALOU. ELE QUERIA CHEGAR ANTES.
Foi essa inquietação que o levou para a Nutrologia — a medicina que investiga o que sustenta o funcionamento do corpo antes de a doença aparecer. Depois para a medicina integrativa, que se recusa a tratar órgãos separados de pessoas. E para a Medicina do Exercício e do Esporte, porque nenhuma estratégia de longevidade se sustenta sem movimento e sem massa muscular. Não foram três especializações avulsas. São os três pilares de uma mesma ideia: alta performance não é sobre treinar mais. É sobre um organismo que funciona. O rigor da cirurgia não ficou para trás. Mudou de lugar. Hoje é aplicado antes — na investigação, no exame, no plano escrito com etapas e prazos.
“A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO PRECISA DE MAIS DISCIPLINA. PRECISA DE UM DIAGNÓSTICO.”— Dr. Gabriel Henriques
Dr. Gabriel Henriques trocou o bisturi pela investigação — sem abandonar o rigor que aprendeu com ele.
Dr. Gabriel Henriques
MÉDICO DO ESPORTE E CIRURGIÃO GERAL · CRM 14015 · RQE 6864 E 11189
FORMAÇÃO
Graduado em Medicina pela Universidade do Estado do Pará. Residência em Cirurgia Geral. Pós-graduado em Nutrologia pela USP. Training em Reposição Hormonal na Harvard Medical School. Título de especialista em Medicina do Exercício e do Esporte pela SBMEE. Autor de livros nas áreas de obesidade e lipedema.
O QUE ELE TRATA
Reposição hormonal masculina e feminina, emagrecimento, lipedema, hipertrofia e longevidade. Conduz o atendimento ao público masculino do Instituto.
MENTORIA
Além da clínica, o Dr. Gabriel é mentor e professor de médicos. Na Mentoria Telios, ensina outros profissionais a entregar o cuidado que pratica aqui — para que mais pacientes, em outras cidades, recebam a medicina que ele gostaria de ter encontrado quando ainda operava.
UM CASAL DE MÉDICOS

Dr. Gabriel e Dra. Leciana são marido e mulher. Ele atende homens. Ela atende mulheres. E isso não é um detalhe de organização — é uma das coisas mais importantes que acontecem aqui. Porque a queda hormonal não escolhe lado. Quando ela chega, afeta o sono, o humor, a energia e a libido dos dois. E quase sempre só um procura ajuda — enquanto o outro segue atribuindo o afastamento ao cansaço, à rotina, à idade. Casais que tratam juntos costumam descobrir que o problema nunca foi o casamento. Era o corpo de cada um pedindo socorro ao mesmo tempo. Aqui, os dois podem ser investigados. Cada um com o seu médico, cada um com o seu plano — e a casa inteira muda.
MUITA COISA QUE PARECE DESGASTE DE RELAÇÃO É HORMÔNIO EM QUEDA DOS DOIS LADOS DA CAMA.
05B
O QUE REGULA POR DENTRO

Existe uma doença que atinge quase só mulheres. Crônica, progressiva, dolorosa. E que a maioria das pacientes descobre depois de uma década sendo tratada como preguiçosa. O lipedema é um distúrbio do tecido adiposo. A gordura se acumula de forma desproporcional e simétrica nas pernas — às vezes nos braços — poupando os pés e as mãos. É por isso que a cena se repete: você emagrece o tronco, o rosto afina, e as pernas ficam exatamente onde estavam. E dói. Não é desconforto estético. É dor ao toque, sensação de peso, roxos que aparecem sem motivo. Sintomas que quem não conhece a doença chama de exagero.
POR QUE PIORA NAS FASES HORMONAIS
O lipedema quase sempre se manifesta ou se agrava em três momentos: puberdade, gestação e menopausa. Não é coincidência. É o que revela o componente hormonal da doença — e o motivo pelo qual o tratamento não pode ser apenas alimentar ou cirúrgico. Há também um componente inflamatório. O tecido acometido permanece em estado de agressão crônica, o que explica a dor e a resistência à perda de peso naquelas regiões.
POR QUE DIETA SOZINHA NÃO RESOLVE
Porque a gordura do lipedema não se comporta como a gordura comum. Restringir calorias reduz o tronco e mantém as pernas — e a desproporção aumenta, em vez de diminuir. É isso que faz você concluir que o problema é você. Não é.
COMO TRATAMOS AQUI
O lipedema exige olhar simultâneo sobre três frentes: o hormonal, que modula a progressão; o inflamatório e metabólico, que responde pela dor e pelo comportamento do tecido; e a composição corporal, acompanhada ao longo dos meses. Não existe sessão que resolva lipedema. Existe acompanhamento.
VOCÊ PODE TER LIPEDEMA SE
NENHUMA MULHER DEVERIA PRECISAR DE QUINZE ANOS PARA DESCOBRIR QUE O PROBLEMA TINHA NOME.
Você se reconheceu? Então a avaliação começa exatamente por aqui.
O QUE REGULA POR DENTRO
Quando você emagrece e reganha — repetidas vezes, por anos — o problema não é o seu esforço. É que o seu metabolismo aprendeu a funcionar de um jeito, e nenhuma medida isolada o reeduca. Reprogramar um metabolismo significa fazer o corpo voltar a gastar energia com eficiência, a preservar músculo em vez de consumi-lo, e a sustentar isso sem depender de restrição permanente. Isso não se faz com um pilar só. Se faz com quatro, ao mesmo tempo.
A condução clínica do emagrecimento, com preservação de massa muscular e acompanhamento da composição corporal — não do peso.
Hormônio em queda desacelera o metabolismo, dificulta o ganho de músculo e favorece o acúmulo de gordura. Sem esse eixo ajustado, os outros três trabalham contra a maré.
Nenhuma reação metabólica acontece sem os nutrientes que a ativam. Corrigir carências é o que permite que o corpo responda ao que está sendo feito.
Movimento, força, sono e rotina alimentar. É o pilar que sustenta os outros três depois que o acompanhamento termina — e o único que continua com você para sempre.
Os quatro são conduzidos simultaneamente e de forma individualizada. É essa sobreposição que explica por que o resultado aqui se mantém — e por que tentativas anteriores, feitas com um pilar só, não se mantiveram.
QUATRO PILARES SUSTENTAM UMA CASA. UM SOZINHO SUSTENTA UM PROBLEMA POR ALGUM TEMPO.
O QUE REGULA POR DENTRO

Quase todo mundo que chega aqui já emagreceu pelo menos uma vez. Alguns, muitas vezes. O peso sai — e volta. Sai de novo, e volta de novo, quase sempre trazendo um pouco mais. E a conclusão é sempre a mesma: eu não consigo manter. Não é isso que está acontecendo.
O QUE A BALANÇA NÃO CONTA
Quando você emagrece por restrição, perde gordura e perde músculo junto. O músculo é o tecido que mais consome energia em repouso. Com menos massa muscular, o metabolismo desacelera — e você volta a comer o que comia antes e engorda mais rápido do que engordava. O ciclo se repete. E a cada volta você fica com um corpo pior do que tinha na vez anterior, mesmo pesando o mesmo. A balança não mostra isso. É por isso que ela é um instrumento insuficiente.
O QUE INVESTIGAMOS ANTES
Existem motivos reais pelos quais um corpo trava. Tireoide desregulada. Resistência à insulina. Queda hormonal. Inflamação crônica. Carência de ferro, de vitamina D, de micronutrientes que participam do metabolismo. Sono ruim — que sozinho já altera os hormônios da fome. Nenhum deles se resolve com mais força de vontade. Todos aparecem em exame, quando alguém pede os exames certos e os lê em conjunto.
O QUE FAZEMOS DE FATO
Não trabalhamos com consulta avulsa, e não trabalhamos com recurso isolado. O que conduzimos aqui é uma reprogramação metabólica avançada. Significa emagrecer preservando massa muscular — porque é o músculo que mantém o metabolismo funcionando. Significa acompanhar a composição corporal, e não o número da balança. E significa ajustar os quatro pilares ao mesmo tempo: metabólico, hormonal, nutricional e estilo de vida. É essa combinação que muda a pergunta. Deixa de ser “quanto eu perco?” e passa a ser “o que preciso fazer para não precisar disso de novo?”.
INDICAÇÕES
EMAGRECER É FÁCIL. QUASE TODO MUNDO JÁ CONSEGUIU. O DIFÍCIL É NÃO PRECISAR FAZER ISSO DE NOVO.
Quantas vezes você já recomeçou? Desta vez, comece pela investigação.
O QUE REGULA POR DENTRO

NA MULHER
Calorões, insônia, irritabilidade, queda de libido, ressecamento vaginal, dor na relação, perda de massa muscular, gordura abdominal, névoa mental.
NO HOMEM
Cansaço constante, queda de libido, dificuldade de ereção, perda de massa muscular mesmo treinando, ganho de gordura, irritabilidade, perda de motivação.
Você dorme mal. Acorda cansada mesmo tendo dormido. Irrita-se com o que antes não irritava. Perdeu a vontade — de sair, de treinar, do marido. Ganhou peso na barriga sem mudar nada. Ou: você está cansado o dia inteiro. Treina e não ganha músculo. Perdeu disposição, perdeu libido, perdeu aquela sensação de estar no controle do próprio dia. Os dois ouviram que é normal. Que é da idade. Que é stress. É queda hormonal. Tem nome, tem exame e tem tratamento.
POR QUE IMPLANTE
A reposição pode ser feita de várias formas — comprimido, gel, injeção. A diferença do implante é a estabilidade. Comprimido e injeção produzem picos e quedas: o hormônio sobe muito, depois despenca. Você sente essa montanha-russa no humor, na energia e na libido, e passa a viver em função de quando foi a última dose. O implante é colocado sob a pele num procedimento rápido, em consultório, e libera o hormônio de forma contínua, todos os dias. Sem pico, sem queda, sem precisar lembrar de nada. É a via de escolha nos Estados Unidos e na Europa — e é a que adotamos aqui, por isso.
E O LIPEDEMA
Para quem tem lipedema, o eixo hormonal não é detalhe — é parte central do tratamento. É o que explica por que a doença aparece ou piora na puberdade, na gestação e na menopausa, e por que conduzir o hormonal muda o comportamento do tecido.
O HORMÔNIO SOZINHO NÃO RESOLVE
Repor hormônio sem reprogramar o metabolismo é corrigir um pilar e deixar os outros três desalinhados. Por isso a reposição aqui não é um tratamento à parte. É um dos quatro pilares — conduzida junto com a reprogramação metabólica, a terapia nutricional e o estilo de vida. O hormônio equilibrado é o que permite que o corpo construa músculo, produza colágeno e responda ao restante do tratamento.
A PERGUNTA NÃO É SE VOCÊ TEM IDADE PARA ISSO. É O QUE OS SEUS EXAMES MOSTRAM.
Os seus exames respondem a isso. A avaliação pede os certos.
O QUE REGULA POR DENTRO

Um nutriente tomado por via oral atravessa o sistema digestivo inteiro antes de chegar ao sangue — e boa parte se perde no caminho. A absorção depende da saúde do intestino, da acidez gástrica, do que foi comido junto e de outros nutrientes que competem entre si. Na via endovenosa, o nutriente entra direto na corrente sanguínea. Praticamente tudo o que é administrado fica disponível, no momento da aplicação.
QUANDO ISSO IMPORTA DE VERDADE
Quando há carência identificada em exame. Repor por via oral pode levar meses para corrigir o que a via endovenosa corrige em semanas. Quando há inflamação crônica. Obesidade e lipedema interferem na absorção de vários nutrientes — o ferro é o exemplo mais claro. Você ingere ferro e não absorve. É por isso que o comprimido frequentemente não resolve.
Durante o emagrecimento. Todo processo de restrição reduz a variedade do que se come, justamente quando o corpo mais precisa de micronutrientes. Quando o objetivo é performance. Sair da faixa de deficiência não é o mesmo que estar em ponto ótimo.
O QUE REPOMOS
Vitaminas do complexo B, B12, vitamina C e vitamina D. Minerais, com atenção especial ao ferro. E antioxidantes — ALA, curcumina e resveratrol — para o controle do processo inflamatório. A composição é individualizada a partir dos seus exames, e ajustada ao longo do acompanhamento conforme a sua resposta.
ONDE ISSO SE ENCAIXA
A terapia nutricional é o terceiro pilar da nossa abordagem. Não substitui nada e não funciona sozinha — funciona como o que viabiliza os outros três. Nenhuma reação metabólica acontece sem os nutrientes que a ativam.
INDICAÇÕES
NÃO É SOBRE TOMAR VITAMINA. É SOBRE CORRIGIR O QUE O EXAME MOSTROU QUE FALTA.
O que falta no seu corpo aparece no exame — não no palpite.
O QUE DÁ ESTRUTURA


DEPOIS DO TRANSPLANTE
O transplante capilar redistribui os fios que existem. Não trata a causa da queda — e é por isso que tanta gente faz o procedimento e, tempos depois, volta a perceber rarefação. O cabelo transplantado permanece. Mas o cabelo nativo ao redor continua caindo, pelo mesmo motivo de antes. A densidade vai diminuindo. Aqui o trabalho é justamente esse: corrigir a causa, melhorar o aporte nutricional do folículo e estimular localmente — preservando o investimento que você já fez.
A queda de cabelo é uma das queixas mais comuns e uma das mais mal tratadas. A resposta que você recebe é quase sempre a mesma: um shampoo, um tônico, uma vitamina de farmácia. Meses depois, o travesseiro continua cheio pela manhã. Não resolve porque a queda quase nunca tem causa única.
O QUE COSTUMA ESTAR POR TRÁS
Na maioria dos casos há uma sobreposição: predisposição genética, alteração hormonal, ferritina baixa, vitamina D insuficiente, tireoide desregulada, estresse intenso, restrição alimentar. Cada causa puxa o cabelo por um mecanismo diferente — e exige uma correção diferente. A queda durante o emagrecimento é regra, não exceção. O corpo em restrição prioriza o que é essencial, e o cabelo não está nessa lista. É por isso que tanta gente emagrece e, três meses depois, vê o cabelo afinar. E há a queda que chega na perimenopausa e na menopausa, com mecanismo hormonal claro — justamente a que menos responde a tratamento local isolado.
COMO TRATAMOS
Começa com investigação: exames laboratoriais e avaliação do couro cabeludo definem o que está acontecendo antes de qualquer aplicação. A partir daí, duas frentes ao mesmo tempo. A sistêmica, que corrige a causa — ferro, vitamina D, tireoide, o componente hormonal. E a local, que estimula o folículo diretamente.
O MESOJECT
Loção e tônico aplicados por cima ficam na superfície. A maior parte nunca alcança a profundidade onde o bulbo está. O Mesoject resolve isso por eletroporação — abre temporariamente canais microscópicos na membrana das células, permitindo que os ativos atravessem a barreira da pele e cheguem até o folículo. E aqui está o que importa na prática: não há agulha. Não dói. Sem anestesia, sem sangramento, sem tempo de recuperação. Você sai da sessão e retoma o dia. Para quem adiou o tratamento por receio do desconforto, essa é a diferença entre começar e continuar adiando.
INDICAÇÕES
TRATAR APENAS O COURO CABELUDO, QUANDO O PROBLEMA COMEÇOU NO SANGUE OU NO HORMÔNIO, É TRATAR O SINTOMA.
Antes de mais um shampoo, um exame.
O QUE DÁ ESTRUTURA

O GHK-Cu é um peptídeo de cobre — uma molécula pequena que o organismo produz naturalmente, e cuja concentração vai caindo com a idade. O que ele faz é estimular o corpo a retomar processos que já sabia fazer. E há dois lugares onde isso aparece com mais clareza: na pele e no cabelo.
NA PELE
A perda de firmeza tem um mecanismo simples por trás: os fibroblastos — as células que produzem colágeno, elastina e ácido hialurônico — vão reduzindo a atividade ao longo dos anos. O GHK-Cu atua exatamente sobre esse eixo. O efeito não é um preenchimento imediato — é uma mudança gradual de qualidade: pele mais firme, textura melhor, mais hidratada, mais viço. É especialmente relevante para quem emagreceu, porque a flacidez que aparece depois da perda de peso é, no fundo, uma questão de qualidade da matriz da pele. E para quem quer manter resultado entre sessões de outras tecnologias, como o HERA.
NO CABELO
O mesmo mecanismo atua sobre o folículo, melhorando o ambiente em que ele está e estimulando a atividade local. É por isso que o GHK-Cu entra com frequência no tratamento capilar, aplicado com o Mesoject.
POR QUE VOCÊ JÁ OUVIU FALAR
Provavelmente viu numa rede social, numa conversa, em algum lugar. É um dos ativos mais comentados do momento — e com razão. A diferença entre ouvir falar e ter resultado está em como o ativo é entregue e em que dose.
AS DUAS FORMAS DE FAZER
Na clínica, com Mesoject e drug delivery. O ativo é levado até a camada onde precisa agir — profundidade que nenhuma aplicação tópica alcança. Em casa, com aplicação diária. Você mantém o estímulo entre as sessões, todos os dias. É essa combinação que muda o resultado. O tratamento deixa de acontecer só no dia da sessão e passa a acompanhar a sua rotina.
INDICAÇÕES
O QUE O CORPO PAROU DE PRODUZIR, ELE AINDA SABE USAR.
Você já ouviu falar. Agora descubra se é para você.
O QUE REFINA O CONTORNO

É uma das cenas mais frustrantes do consultório. Você emagreceu — conquistou o que buscava por anos — e chegou com uma queixa que não esperava ter: a pele sobrou. Braços que não cabem mais numa regata. Abdômen que não acompanhou. Rosto que afinou demais e perdeu sustentação. O corpo mudou mais rápido do que a pele conseguiu acompanhar. E não é só depois do emagrecimento. A flacidez também chega pela idade, pela queda hormonal, pela redução natural do colágeno.
COMO O HERA TRABALHA
O HERA é uma tecnologia de alta performance para flacidez corporal e facial — sem cirurgia, sem corte. Aquece o tecido de forma controlada até a profundidade onde vivem os fibroblastos, as células que produzem colágeno e elastina. Esse estímulo faz com que elas retomem a produção. A firmeza é construída pelo próprio organismo, gradualmente, ao longo das semanas seguintes. A Dra. Leciana é speaker desta tecnologia, convidada a ensinar outros profissionais a utilizá-la.
ONDE APLICAMOS
Abdômen · flancos · braços · coxas · glúteos · joelhos Face · pescoço · contorno mandibular
POR QUE A ORDEM IMPORTA
Vale lembrar o que a página do conceito diz: um organismo com hormônio em queda não produz colágeno bem. Tratar a superfície nesse terreno é investir sobre uma base que não sustenta. Por isso a flacidez aqui raramente é tratada isoladamente. Ela entra depois — ou junto — da condução que regula o corpo por dentro. É essa sequência que faz o resultado durar.
INDICAÇÕES
PELE FIRME NÃO SE COMPRA. SE PRODUZ — E O CORPO PRECISA ESTAR EM CONDIÇÃO DE PRODUZIR.
A firmeza volta — quando o corpo está em condição de produzi-la.
O QUE REFINA O CONTORNO

Existe uma gordura que não responde. Você perde peso, o corpo inteiro acompanha, e uma região permanece exatamente igual — flanco, a “pochete” abdominal, culote, papada. Não é falta de dieta e não é falta de treino. Algumas regiões têm comportamento metabólico diferente e resistem à mobilização mesmo em déficit calórico.
O QUE SÃO OS EMPTIERS
Os Emptiers — esvaziadores de gordura — são um tratamento injetável, de aplicação médica, que atua diretamente sobre a gordura localizada naquela região.
Procedimento de consultório, rápido, conduzido pelo médico. O organismo elimina naturalmente o que foi mobilizado, de forma progressiva ao longo das semanas seguintes.
ISTO NÃO É EMAGRECIMENTO
Vale dizer com clareza, porque a confusão é comum: os Emptiers não são um tratamento para perder peso. São um recurso de contorno, indicado para quem já está com o peso em ordem — ou em acompanhamento — e quer resolver uma região que não acompanhou o restante. Usar contorno para resolver excesso de peso é tratar o efeito e ignorar a causa.
INDICAÇÕES
Contorno é a última etapa. Descubra em qual etapa você está.
O QUE REFINA O CONTORNO

O emagrecimento não escolhe. Quando a gordura sai, ela sai de todo lugar — inclusive de onde fazia falta. É por isso que a frase se repete: “emagreci e perdi tudo atrás”. O glúteo perdeu volume, perdeu projeção, ficou caído. O mesmo acontece com a idade, quando a perda de sustentação vem naturalmente. E há quem treine com consistência, tenha o peso em ordem, e ainda assim não consiga a definição que busca — porque forma e volume nem sempre se resolvem com exercício.
O QUE FAZEMOS
Preenchimento de glúteo — restabelece volume e projeção, em procedimento médico realizado em consultório. Harmonização de abdômen — define e marca o contorno da musculatura, para quem já construiu a base com treino e alimentação. Os dois são procedimentos médicos, com avaliação prévia e indicação individualizada.
QUANDO FAZ SENTIDO
A harmonização é, por definição, a última etapa. Ela refina o que já está em ordem — e por isso pressupõe que o peso, o metabolismo e o hormonal estejam conduzidos. Fazer contorno antes disso é desenhar sobre uma base que ainda vai mudar.
INDICAÇÕES
Primeiro a base. A avaliação diz se a sua já está pronta.

A AVALIAÇÃO
O atendimento convencional foi desenhado para caber num intervalo curto. Dá tempo de ouvir a queixa principal, prescrever algo e encerrar. Não dá tempo de entender por que um corpo parou de responder.
O QUE SIGNIFICA UMA AVALIAÇÃO INTEGRAL
Significa olhar a pessoa inteira, e não o sintoma que ela trouxe.
Aqui, a avaliação é integral. Dura o tempo que o seu caso exigir — e o que define isso não é o relógio, é o que precisa ser investigado.
Metabólico, hormonal, digestivo, cardiovascular, imunológico. Eles conversam entre si — e a queixa que aparece num deles frequentemente nasce em outro.
Propósito, vínculos, o que dá sentido à sua rotina. Quem trata corpo e ignora isso trata metade.
Sono, estresse, ansiedade, relação com a comida, humor. Nada disso é acessório ao tratamento. É parte dele.
Não só a queixa atual, mas o caminho até ela — o que já tentou, o que funcionou por um tempo, o que nunca funcionou, e em que momento da vida cada coisa aconteceu.

O QUE FAZ PARTE DA AVALIAÇÃO
Exames laboratoriais. Antes da consulta você recebe as requisições. Os exames não são lidos isoladamente: o que importa é o que dizem em conjunto, e como se relacionam com o que você sente. Bioimpedância. Porque peso é um número pobre. O que interessa é a composição — quanto de músculo, quanto de gordura, e o que muda ao longo do acompanhamento. A investigação dos quatro pilares. Metabolismo, hormônio, estado nutricional e estilo de vida, avaliados como um sistema.
O QUE VOCÊ LEVA
Ao final, o médico apresenta um programa personalizado, com as etapas, a sequência e os prazos definidos para o seu caso. Não é uma receita. É um caminho — com começo, meio e critérios de reavaliação.
POR QUE ACOMPANHAMENTO, E NÃO CONSULTA AVULSA
Aqui não conduzimos atendimentos isolados nem retornos soltos. O motivo não é administrativo, é clínico: resultado consistente em metabolismo, hormônio e longevidade não acontece em um encontro único. Acontece ao longo de meses, com ajuste contínuo conforme o corpo responde. É por isso que trabalhamos com programas de acompanhamento, com duração definida e todas as etapas contempladas. E é por isso que o que se constrói aqui se sustenta depois.
VOCÊ NÃO SAI DAQUI COM UMA RECEITA. SAI COM UM CAMINHO ESCRITO.
COMO COMEÇAR
O primeiro passo é uma conversa. Você fala com a nossa equipe, entende como funciona, e reservamos o seu horário. Uma sugestão: como você provavelmente sairá da avaliação com um plano em mãos, muitos pacientes preferem vir acompanhados do cônjuge ou de alguém próximo.
MENTORIA TELIOS

O que você leu nas páginas anteriores não é apenas o que praticamos dentro do Instituto Avinu. É também o que ensinamos. Na Mentoria Telios, o Dr. Gabriel e a Dra. Leciana formam médicos de todo o país no mesmo cuidado que conduzem aqui — da investigação à condução do acompanhamento, da abordagem dos quatro pilares ao diagnóstico do lipedema, que a maioria dos profissionais ainda não aprende a reconhecer. Cada médico formado é um consultório a mais onde alguém será investigado de verdade.
E, NO CASO DO LIPEDEMA, UMA MULHER A MENOS ESPERANDO QUINZE ANOS POR UM DIAGNÓSTICO.
